


fonte: Revista "Memória Alentejana"-CEDA (Centro de Estudos Documentais do Alentejo-Memória Colectiva e Cidadania);Outono/Inverno 2009;Nºs 25/26;Director: Eduardo M.Raposo;Director-Adjunto: César Pires
(...)técnica dramática que funciona como interlúdio num enredo, introduzindo um momento de grotesco durante o desfile sério das máscaras tradicionais. O desempenho da antimáscara está, no século XVII, associado a questões de estratificação social: os actores mascarados pertencem geralmente à nobreza e a aristocracia, são amadores, que participam no espectáculo teatral por razões lúdicas; os actores com antimáscaras pertencem às classes sociais mais desfavorecidas(...)