Cartão de Visita do Facebook

domingo, 11 de outubro de 2009

diz César Pires...



nota: onde se lê "primeiro livro", deverá ler-se "segundo livro"

fonte: Revista "Memória Alentejana"-CEDA (Centro de Estudos Documentais do Alentejo-Memória Colectiva e Cidadania);Outono/Inverno 2009;Nºs 25/26;Director: Eduardo M.Raposo;Director-Adjunto: César Pires; pág. 85,86;

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

DIVULGAÇÃO-filo-café Silêncio ou Morte

Photobucket

DIVULGAÇÃO- SUZI SILVA


fonte: Revista "Memória Alentejana"-CEDA (Centro de Estudos Documentais do Alentejo-Memória Colectiva e Cidadania);Outono/Inverno 2009;Nºs 25/26;Director: Eduardo M.Raposo;Director-Adjunto: César Pires; pág. 64

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

"Memória Alentejana"- entrevista ao músico João Cágado





fonte: Revista "Memória Alentejana"-CEDA (Centro de Estudos Documentais do Alentejo-Memória Colectiva e Cidadania);Outono/Inverno 2009;Nºs 25/26;Director: Eduardo M.Raposo;Director-Adjunto: César Pires

sábado, 4 de julho de 2009

Patch Adams

Momentos em que a televisão até presta um serviço útil...
(ah...mas é um canal brasileiro; em Portugal não há vagar para estas "futilidades", os heróis são outros...tipo cristianos ronaldos e tal...)




T.C.

domingo, 28 de junho de 2009

doces limões

doces
os limões que "nasceram" à minha porta;
anónimos, apareceram dentro de um saco
assim encostado à porta;
são doces sim
como doces são os vizinhos que os colheram e sem nada dizerem os colocaram lá, para as minhas limonadas.

Obrigada por me adoçarem os dias com a vossa existência:)

terça-feira, 2 de junho de 2009

desabafo

a sensação que tenho é que o mundo anda louco e profundamente doente; inverteu-se tudo, ou melhor, perverteu-se tudo; como deixámos que chegasse até aqui? Como guardar aquele espaço essencial, da poesia por exemplo (ou outro nome qualquer) que nos faz sentir que ainda estamos ligados ao Cosmos, a Deus, ao Divino ou outro nome qualquer que lhe queiramos dar?
Porque deixámos que o dinheiro e o trabalho se tornasse um fim em si mesmo, e nos resignámos à trilogia "produzir-consumir-morrer"?

Para onde caminhamos nesta fuga em frente?

terça-feira, 21 de abril de 2009

25 de Abril - Heresias (DI BOX - Arruda dos Vinhos) [Entrada Livre]



Na estrada desde 1994, o projecto “Heresias” tem na sua génese uma ideia forte: o rock português deve receber influências da música tradicional portuguesa. João Cágado, principal motor da ideia e do projecto, cedo começou a orientar o seu trabalho nesse sentido, através dos projectos colectivos “Kodagga” e “Magna Terra”.

Possuidor de uma grande experiência profissional, tanto em palco como em estúdio, João Cágado já participou em projectos como “The Vein”, “Aos olhos da censura”, “Cantos D’Aurora”, “Terra D’Alva” e, mais recentemente, “Cantes do meu cante”. Em “Heresias” está acompanhado por Pikaxu, Carlos Menezes, Luís Calado, Paulo Couto e Manuel Dias.

Com quatro álbuns editados, o projecto funde com uma harmonia invulgar e genuína o pop/rock com sons sintetizados de acordeão, guitarra portuguesa e flauta. Mas aposta também na palavra, sempre no trilho das inquietações que nos fazem questionar sobre a realidade actual. De pés bem assentes na terra e olhos no céu, dão-nos a certeza que há uma ordem cósmica, à qual cada um de nós pertence.

Myspace: www.myspace.com/heresiasproject
No Palco Principal: http://palcoprincipal.sapo.pt/heresias

sábado, 18 de abril de 2009

incomunidade: Ofício Cantante de Herberto Hélder

incomunidade: Ofício Cantante de Herberto Hélder

aos meus 4 fiéis leitores, deixo esta hiperligação para um artigo da autoria de Maria Estela Guedes, que muito apreciei.

T.C.

DIVULGAÇÃO: Iniciativa no Círculo das Letras: debate e recital de música (canto livre-1960.1974)


4ª feira 22 de Abril 18.45h

A Livraria Círculo das Letras convida as suas amigas e amigos para a apresentação do livro "Canto de intervenção - 1960-1974" de Eduardo Raposo, por Nuno Pacheco(e recital de música com Francisco Naia, acompanhado à guitarra clássica por José Carita e Ricardo Fonseca) _____________________________________

quinta-feira, 16 de abril de 2009

DIVULGAÇÃO: curso de pensamento crítico contemporâneo


Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Departamento de Ciências e Técnicas do Património

CURSO DE FORMAÇÃO
Pensamento Crítico Contemporâneo:
Alguns Representantes

Nº Horas: 24 horas

Nº Créditos: 2,5 ECTS - aprovados pelo Senado da UP

Datas de Realização: 20 Abril a 8 Junho 2009

Horário: 2ª feiras - 19h30 às 22h30

Plano de Estudos:
1 – Estruturalismo: Jacques Lacan
2 – Pós-estruturalismo: Michel Foucault
3 – Pós-estruturalismo: Jacques Derrida
4 – Feminismo (2ª geração): Judith Butler
5 – Pós-marxismo: Giorgio Agamben
6 – Pós-marxismo: Slavoj Zizek
7 – Pós-modernidade: Jean Baudrillard
8 – Pós-modernidade: Jean-François Lyotard

Docente:
Prof. Doutor Vítor Oliveira Jorge

Propina do Curso:
Alunos, Antigos Alunos e Funcionários da UP - €95,00
Público em Geral - €140,00
Seguro Escolar: 2,02€
Prazo de Inscrições:
26 Janeiro a 17 Abril 2009
(a inscrição só é valida com o respectivo pagamento)

INFORMAÇÕES
Sector de Formação Contínua
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Telef: 22 607 71 52 Email: gfec@letras.up.pt
CANDIDATURAS
- www.letras.up.pt -
(Menu ‘Cursos’ > Formação Contínua)

segunda-feira, 6 de abril de 2009

João Cágado-projecto"Heresias"- concerto dia 25 de Abril



no próximo dia 25 de Abril, às 22 horas, na DI Box, Arruda dos Vinhos
concerto de Heresias.
Fica o convite:)



mais em: http://www.myspace.com/heresiasproject

hagakapa comentou http://www.youtube.com/watch?v=yI1gxLK3fmA
É incrivel como bandas como esta nao sejam mais divulgadas. Soube Qe dia 25 de abril vem a Arruda. Estou lá. Força heresias grande tema ;)
Um abraço

(From the album "Heresias III" with images taken from the Peter Joseph film "Zeitgeist". Performed and adapted by Joao Kagado. English subtitles. )

TC

quinta-feira, 2 de abril de 2009

DIVULGAÇÃO: gente nova a fazer pela vida - Urban Tribe






Empresa: Urban Tribe

Empresária: Raquel; tem 26 anos, inteligente, com um sorriso do tamanho do mundo.
Licenciada em bio-química;
postos de trabalho: 1

história

A Urban Tribe nasceu do desafio feito à Raquel pela então sua entidade patronal;
quando estava a acabar a sua licenciatura, trabalhou nesta loja;
perante o desafio de poder ficar com a mesma, não hesitou e meteu mãos à obra;

com a ajuda de amigos e algumas tintas, fez de um espaço a preto e branco, um espaço colorido;
e com a sua forma de Ser e Estar, tornou um pequeno espaço num grande espaço, se medirmos em termos de simpatia, profissionalismo e atenção para com o cliente;

não querendo ficar por aqui, esta empresária partiu para novos rumos, garantindo no entanto aos seus clientes, a continuação de um excelente atendimento, na pessoa que escolheu para a substituir, o Alei, que estava desempregado;

assim, criou um posto de trabalho.
Desta parceria, Alei e Raquel , resulta um trabalho digno, de convergência, em benefício dos seus clientes e, em última instância, de todos nós.
A isto, chama-se produzir, gerar riqueza para um país.

Penso que a nossa obrigação, enquanto cidadãos, é adquirir os produtos nestas pequenas/grandes lojas, ajudando assim ao desenvolvimento e incentivando estes jovens que, de facto, fazem coisas.

Parabéns Raquel e obrigada por contribuíres de uma forma efectiva, dentro das tuas possibilidades, para o emprego.

Rua Serpa Pinto, 32-Évora
loja online: Urban Tribe

domingo, 29 de março de 2009

benev(i)olência...causa-me náuseas!

gosto mais de açorda d'alho;
pese embora o mau hálito, faz muito bem à circulação e até afasta vampiros.



T.C.

quinta-feira, 26 de março de 2009

lágrimas iguais às minhas...


com ou sem burka.

(url imagem : artwork_images_113308_124988_james-nachtwey.jpg)


TC

ops! enganei-me nas fotos...




Guerra do Iraque

(...)Quais são as muitas dimensões da ocupação em termos de custos?

Vidas perdidas:

Aqui existe uma dimensão macabra.

O Pentágono atribui, por vida perdida, um subsidio de 500 mil dólares, divididos uma parte - 400 mil dólares directamente da Life insurance policy (a tal que o Estado americano como vem explicado no segundo artigo se compromete a pagar, por conta do que as seguradoras deveriam fazer…) e mais 100 mil derivados de um “Death Gratuitity”, se bem percebi a lógica.

Utilizam uma expressão “Death gratuity” - o tal prémio de 100 mil dólares, se bem a consigo ouvir e escrever - algo que o entrevistador comenta nunca ter escutado…a gratuitidade da morte…

O que é mais espantoso é que no sector privado, isto é, alguém que participe na Guerra mas a trabalhar para uma empresa do sector privado, a mesma vida perdida já será avaliada em 7 milhões de dólares.(...)(mais)


*excerto retirado de : DISSIDENTE-X


as fotos???... AH!...isso são DANOS COLATERAIS

TC

por falar em bancos...

transcrevo aqui um email que acabei de receber



"(Esta carta foi DIRIGIDA ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser DIRIGIDA a todas as instituições financeiras.)

Exmos. Senhores Administradores do BES

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma "taxa de acesso ao pão", outra "taxa por guardar pão quente" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma "taxa de abertura de crédito"-equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pão", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma "taxa de abertura de conta".

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura de padaria", pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para gerir o "papagaio", alguns gerentes sem escrúpulos cobravam "por fora", o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de "por fora" temos muitos "por dentro".

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR "para manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa de existência da padaria na esquina da rua".

A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quente".

Mas os senhores são insaciáveis.

A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma."

pois é...o pessoal está a ficar cansado...

TC

antimáscara

Termo popularizado a partir do teatro de Ben Jonson (por exemplo, em Mercury Vindicated from the Alchemists at Court, 1616 — v. WWW), para uma técnica dramática que funciona como interlúdio num enredo, introduzindo um momento de grotesco durante o desfile sério das máscaras tradicionais. Quando precedia a representação da máscara, designava-se antemáscara. O desempenho da antimáscara está, no século XVII, associado a questões de estratificação social: os actores mascarados pertencem geralmente à nobreza e a aristocracia, são amadores, que participam no espectáculo teatral por razões lúdicas; os actores com antimáscaras pertencem às classes sociais mais desfavorecidas e são geralmente profissionais. O facto de a antimáscara ter uma função burlesca em relação à máscara convencional permite a comparação com as estratégias de simulação das sátiras gregas antigas. (http://www.levity.com/alchemy/jonson1.html)
Carlos Ceia, s.v. "antimáscara", E-Dicionário de Termos Literários, coord. de Carlos Ceia, ISBN: 989-20-0088-9

Posto isto, Antimáscara assume-se como um convite a dissertações, poemas, textos e demais dizeres que acharmos por bem, enquanto gente de bem.
E porque acontecem coisas, dentro e fora de nós, será ainda um espaço de divulgação, divagação, indignação...(qualquer coisa) que fará o caminho enquanto for caminhando, ao sabor do momento (que é um tempo muito acertado).

Bem-vindos então (ao que há-de ser).
T.C.